Há praticamente 1 ano e meio, temos cuidado da Sandy em relação aos cristais que aparecem na urina. De três em três meses, realizamos o exame de urina para acompanhar. No penúltimo exame, ficamos bem animadinhos: não havia nenhum cristal!!! Passado três meses, quem aparece no exame? Poucos cristais de oxalato de cálcio.
Meu esposo e eu procuramos então um nefrologista, especialista no trato urinário e rins.Levamos todos os exames já feitos e será preciso mudar algumas coisas em casa. Poderemos resolver pelo menos 80% desses cristais, só não é 100% a garantia pois isso dependerá muito do organismo dela.
A primeira mudança foi o bebedouro. Usavamos o lambe-lambe, mas este libera pouca água, só é bom para o dono, que não vê o bigode molhado!! Mas se coloca nesta situação: você com muita sede e quando vai beber água, sai bem pouquinho... frustrante, não? Voltamos ao pote comum mesmo, ela nem procura mais o lambe-lambe.
A segunda mudança precisa ser a rotina de passeio, passear mais vezes com ela, brincar mais. Ela lambe as patas de vez em quando, pode indicar um sinalzinho de estresse. Quando ela frequentou o DayCare, ela brincava mais, ficava mais calma em casa de fato e o exame de urina não apresentou cristais. O problema foi o contato com outros cachorros, nem todo dono cuida bem do seu animalzinho. Sandy pegou uma virose e decidimos não levá-la mais.
A terceira mudança foi a alimentação. As rações de linha possuem muitos conservantes e as rações medicamentosas não atendem a situação da nossa pequena, elas até abaixam o ph da urina mas favorecem o surgimento de outros tipos de cristais.i
Iniciamos então a alimentação natural: arroz integral, legumes e frango. E é claro que ela amou!! Ela sempre foi fã de legumes e de frutas. Nesta semana faremos a introdução da alimentação natural e abolir de vez a ração. Estou um pouco perdida com a quantidade, mas acredito que logo me organizo.
Eu já havia lido sobre alimentação natural, tem um site bem bacana que fala sobre isso: http://www.cachorroverde.com.br/, vale a pena conhecer!!
Daqui um mês, faremos novos exames para ver se estas mudanças estão nos ajudando. Vamos orar para que tudo ocorra bem!!
Lambidas a todos!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
O melhor cão do mundo!!
Por Márcia Regina
Bonani.
Já ouvi muitas pessoas dizendo e também escrevendo a
respeito da amizade. Amizade verdadeira, entre o homem e seu cão. Quase sempre
ouvia reportagens ou documentários relatando donos de cães dizendo terem os
melhores cães do mundo e não entendia bem isso, porque eu já tive vários cães, os
resgatei das ruas e tiveram uma nova vida, tive momentos bons ao lado de cada
um deles, chorei bastante quando viraram “estrelinhas”, mas nunca entendi isto
de “melhor cão do mundo”, mas as coisas acontecem quando menos esperamos e para
minha surpresa quando decidimos aqui em casa que não iriamos mais querer ter
cães a Julie entrou em nossas vidas, há 10 anos atrás...
Lembro-me como se fosse hoje, estávamos no mês de fevereiro
e chovia muito naquele ano, minha mãe viu um cachorrinho, um filhote, encolhido
e todo molhado na porta do vizinho, demos água e comida para ele, fomos ver e
era ela, a alimentamos por três dias, quando uma vizinha ligou para a zoononoses
que veio recolher o cão. Quando chegaram logo passaram o laço nela e ela ficou
desesperada, fomos informados ali mesmo pelos funcionários que o animal seria
sacrificado naquele dia em questão, entrei em desespero, falei com minha mãe
rapidamente, corremos para junto da cachorrinha, peguei-a em meus braços, ela
me olhou nos olhos, começou a abanar o rabinho e me lamber sem parar e se
encheu de felicidade, ficamos com ela e naquele momento eu me apaixonei por ela.
Levamo-la ao veterinário e providenciamos todos os cuidados necessários, depois
de alguns dias a trouxemos para casa. Ela foi batizada por nome Julie, que quer
dizer cheia de vida, amiga, bem, eu descobri que o nome a descrevia perfeitamente,
pois ela tinha energia suficiente para correr, pular e brincar 24 horas por dia,
mas apesar de toda essa energia ela nunca foi de destruir as coisas, aprontou
algumas coisas, típicas da idade, mas nada fora do normal.
Passei por algumas situações ruins, mas, dizem que é nos
momentos difíceis que descobrimos quem são nossos verdadeiros amigos e
realmente é verdade, pude contar com poucas pessoas me ajudando a passar por
estes momentos, mas logo descobri que tinha um anjinho cuidando de mim. Quando
eu estava triste, ela com todo o cuidado vinha para perto de mim, ficava ao meu
lado, me tocava com seu focinho gelado, me dava lambidinhas, até que eu fosse brincar
com ela. Quando fiquei doente , ela ficou ao lado da minha cama, até que eu me
curasse, ela foi minha terapia, e meu remédio.
O tempo passou e nunca tive dúvidas do quanto ela tinha se
tornado tão especial para mim, a idade foi chegando para ela e foram
necessários cuidados especiais e um
longo e doloroso tratamento, fiquei ao seu lado sempre, cuidei dela até o seu
ultimo dia de vida com todo o meu amor, lhe dei um abraço e um beijo de boa
noite como sempre fiz e no dia seguinte ela partiu..
Posso afirmar com toda a certeza, que ela foi o melhor cão
do mundo, por que foi para mim tudo o que eu precisei: minha amiga fiel e
companheira, que eu irei amar para sempre e que guardarei em meu coração.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Intoxicação Alimentar- CEBOLA
Ofereci um agradinho a nossa mascote: uma porção de arroz com carne moída bem temperadinho (com cebola e alho). A carne tinha sido temperada com cebola e curtiu bem o tempero... Um veneno pra ela!!!
Só soube depois... pesquisei sobre o assunto e acredito que vale a pena o alerta, afinal a gente sempre quer agradá-los! Ao contrário de nós, eles não metabolizam algumas substâncias e assim começam os problemas: crises agudas de vômitos, abatimento, perda de apetite, desidratação, problemas no fígado.
A noite, depois de ter comido o tal agradinho, ela vomitou e parecia tudo bem. Pela madrugada, começou uma crise de vômitos, pura água. De manhã fomos ao veterinário, onde ela tomou uma injeção com alguns remédios e parecia tudo ok.
Na hora do almoço, comeu ração, mas a tarde voltou a vomitar. Ligamos para a nossa veterinária, oferecemos a medicação mas ela a vomitava. Tentei oferecer plasil 3 vezes e ela vomitou rapidamente o remédio. No final do primeiro dia, fomos ao hospital veterinário perto da prefeitura de Osasco e lá intensificamos os remédios: soro subcutâneo, um remédio para cessar a crise de vômitos e realizamos um exame de sangue.
A Sandy estava bem desanimada... No segundo dia, conseguiu se alimentar, beber água e voltamos para ver o resultado do exame de sangue: havia algumas alterações no fígado e sinais de desidratação. Entramos com um antibiótico e mais soro.
Terceiro dia e a Sandy está mais animadinha, quis passear na rua, se alimentou melhor, está mais espertinha, graças a Deus. Repetiremos o exame de sangue daqui a 3 dias.
Segue uma relação de alimentos tóxicos aos cães: http://anaquevedodicasvet.blogspot.com.br/2011/10/intoxicacao-alimentos.html
Só soube depois... pesquisei sobre o assunto e acredito que vale a pena o alerta, afinal a gente sempre quer agradá-los! Ao contrário de nós, eles não metabolizam algumas substâncias e assim começam os problemas: crises agudas de vômitos, abatimento, perda de apetite, desidratação, problemas no fígado.
A noite, depois de ter comido o tal agradinho, ela vomitou e parecia tudo bem. Pela madrugada, começou uma crise de vômitos, pura água. De manhã fomos ao veterinário, onde ela tomou uma injeção com alguns remédios e parecia tudo ok.
Na hora do almoço, comeu ração, mas a tarde voltou a vomitar. Ligamos para a nossa veterinária, oferecemos a medicação mas ela a vomitava. Tentei oferecer plasil 3 vezes e ela vomitou rapidamente o remédio. No final do primeiro dia, fomos ao hospital veterinário perto da prefeitura de Osasco e lá intensificamos os remédios: soro subcutâneo, um remédio para cessar a crise de vômitos e realizamos um exame de sangue.
A Sandy estava bem desanimada... No segundo dia, conseguiu se alimentar, beber água e voltamos para ver o resultado do exame de sangue: havia algumas alterações no fígado e sinais de desidratação. Entramos com um antibiótico e mais soro.
Terceiro dia e a Sandy está mais animadinha, quis passear na rua, se alimentou melhor, está mais espertinha, graças a Deus. Repetiremos o exame de sangue daqui a 3 dias.
Segue uma relação de alimentos tóxicos aos cães: http://anaquevedodicasvet.blogspot.com.br/2011/10/intoxicacao-alimentos.html
domingo, 30 de junho de 2013
Onde passear com o seu cãozinho?
Esta pergunta tem feito parte dos meus pensamentos ultimamente... onde passear com o cãozinho? Pesquisei e encontrei algumas coisas legais em São Paulo, confesso que não pude ainda conferir de perto mas seguem as dicas:

MATILHA CULTURAL
É um centro cultural, localizado na região central da cidade, que divulga produções culturais e iniciativas sócio-ambientais como exposições e filmes.
MATILHA CULTURAL
É um centro cultural, localizado na região central da cidade, que divulga produções culturais e iniciativas sócio-ambientais como exposições e filmes.
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ sábados: 14h às 20h
Wi-fi grátis
Capacidade: 200 pessoas
Cartões: VISA (débito/crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães
www.matilhacultural.com.br
AQUIPODE
Site colaborativo onde usuários indicam lugares (restaurantes, barzinhos, hotéis, pousadas, shopping) que aceitam crianças, bebês, cachorros, biciletas, cadeirantes, se possuem wi-fi, enfim, é possível fazer uma busca destes lugares em São Paulo e outras cidades.
PARQUES
Nesse site há uma relação de parques na nossa cidade onde é permitido a entrada de cães:
PADARIA DOG BARKEY
Doces, biscoitos, salgados e até bolo de aniversário para seu cãozinho!
av. Lacerda Franco nº 92- Cambuci
De 2ª a 6ª, das 9h às 23h
Sábados, domingos e feriados, das 9h às 19h.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Day Care
Sandy é uma menina agitada... ama brincar e se puder, brinca o dia todo, é só tirar um cochilo que renova a energia!! Compramos alguns brinquedinhos para ela, texturas, formas, tamanho diferentes para que possa brincar, mas ainda sim, ela anda lambendo as patas da frente, o que não é um bom sinal. Isso pode ser sinal de estresse e desencadear feridas.
Uma outra questão são os cristais na urina, que estão sob controle, mas vivem aparecendo na urina. Ela come ração medicamentosa (royal canin) mas não encontramos o equilíbrio no ph da urina, e os cristais vivem se alternando. Junto à ração, também fazemos o tratamento com o homeopatia e a boa notícia é que estamos evitando a evolução destes cristais para pedras.
Fomos orientados a incentivar alguma atividade física e a ter contato com outros cães, para ajudar no bem estar dela, para que se sinta cachorra (afinal vive com humanos). Foi-se o tempo que cachorro só vivia de água e comida...Bem pertinho de casa, tem um hotel para cães que proporciona o "day care" ou creche para cães, isso mesmo!! Um espaço amplo onde cães devidamente vacinados e vermifugados, passam o dia juntos com o acompanhamento de monitores.
Fizemos um teste de algumas horas e foi o suficiente para a mocinha voltar cansadinha e relaxada! Chegou em casa toda feliz e logo dormiu!!
Uma outra questão são os cristais na urina, que estão sob controle, mas vivem aparecendo na urina. Ela come ração medicamentosa (royal canin) mas não encontramos o equilíbrio no ph da urina, e os cristais vivem se alternando. Junto à ração, também fazemos o tratamento com o homeopatia e a boa notícia é que estamos evitando a evolução destes cristais para pedras.
Fomos orientados a incentivar alguma atividade física e a ter contato com outros cães, para ajudar no bem estar dela, para que se sinta cachorra (afinal vive com humanos). Foi-se o tempo que cachorro só vivia de água e comida...Bem pertinho de casa, tem um hotel para cães que proporciona o "day care" ou creche para cães, isso mesmo!! Um espaço amplo onde cães devidamente vacinados e vermifugados, passam o dia juntos com o acompanhamento de monitores.
Fizemos um teste de algumas horas e foi o suficiente para a mocinha voltar cansadinha e relaxada! Chegou em casa toda feliz e logo dormiu!!
quinta-feira, 28 de março de 2013
Tosa bebê, radical, higiênica...E agora?!
Que os peludinhos ficam fofos não temos dúvidas, mas até onde deixar os pelos longos?
Antes de mais nada, vale a pena pensar no bem-estar deles, se está calor, se o ambiente em que fica é fresquinho e assim tomar a decisão mais adequada.
A primeira vez que tosamos a Sandy foi quando cadastramos, com 5 meses, para que pudesse usar roupinha cirúrgica ao invés do colar. Ela ficou tão diferente, parecia que havíamos trocado de cachorrinha. As cores do pelo mudaram pois as cores das pontas são diferentes da raiz, pelo menos no caso da Sandy. A Dra. Paula logo me avisou: " ela está muito diferente do que você viu antes, fala que ela está bonita." (tem cachorrinho que fica triste quando tosa, como se estivesse com vergonha da aparência).
Quando ela chegou, meu Deus... quanta diferença! Ela toda agitada no colo da Carla, louca para que eu a pegasse, só consegui falar: "filha, é você mesma!!!" e ela me encheu de lambidas! Era a própria.
A Sandy não se importou de ter tosado, tosamos outras vezes devido a chegada do verão e ela sempre bem disposta, volta feliz do banho ou tosa! Mensalmente, fazemos a tosa higiênica que corta os pelinhos da barriga, do fucinho, do vão das patinhas e o bumbum. A tosa bebê é quando corta-se os pelinhos não muito curtos e a radical quando corta-se muito os pelos. Outro detalhe é a cabeça, cortar ou não os pelinhos vai do gosto do dono.
Antes de mais nada, vale a pena pensar no bem-estar deles, se está calor, se o ambiente em que fica é fresquinho e assim tomar a decisão mais adequada.
A primeira vez que tosamos a Sandy foi quando cadastramos, com 5 meses, para que pudesse usar roupinha cirúrgica ao invés do colar. Ela ficou tão diferente, parecia que havíamos trocado de cachorrinha. As cores do pelo mudaram pois as cores das pontas são diferentes da raiz, pelo menos no caso da Sandy. A Dra. Paula logo me avisou: " ela está muito diferente do que você viu antes, fala que ela está bonita." (tem cachorrinho que fica triste quando tosa, como se estivesse com vergonha da aparência).
Quando ela chegou, meu Deus... quanta diferença! Ela toda agitada no colo da Carla, louca para que eu a pegasse, só consegui falar: "filha, é você mesma!!!" e ela me encheu de lambidas! Era a própria.
A Sandy não se importou de ter tosado, tosamos outras vezes devido a chegada do verão e ela sempre bem disposta, volta feliz do banho ou tosa! Mensalmente, fazemos a tosa higiênica que corta os pelinhos da barriga, do fucinho, do vão das patinhas e o bumbum. A tosa bebê é quando corta-se os pelinhos não muito curtos e a radical quando corta-se muito os pelos. Outro detalhe é a cabeça, cortar ou não os pelinhos vai do gosto do dono.
domingo, 10 de março de 2013
Pétala
Por Isabela Bueno
"Eu desde pequena quis um bichinho mas tive que esperar um tempo pois meu irmão tinha alergia a animais.
Depois de eu insistir demais, meu pai me levou pra comprar uma maltês de aniversário.
Comprei a Jade mas por ela ser muito nova, tinha que ficar um tempinho no pet PET MAX. Eu ia visitá-la todos os dias mas um dia ela pegou uma infecção, faleceu e eu chorei demais.
Mas superei. Após algumas semanas fomos conhecer um criador, ele trouxe 2 maltesinhas muito lindas, comprei a que era um pouquinho maior. Foi amor a primeira vista! Ela me encantou demais e até hoje eu a amo muito e sempre vou amar a minha Pétala!
Ela já está com 2 anos e 2 meses e continua muito doidinha e linda, e claro, superrrrrr minha companheira!!!"
"Eu desde pequena quis um bichinho mas tive que esperar um tempo pois meu irmão tinha alergia a animais.
Depois de eu insistir demais, meu pai me levou pra comprar uma maltês de aniversário.
Comprei a Jade mas por ela ser muito nova, tinha que ficar um tempinho no pet PET MAX. Eu ia visitá-la todos os dias mas um dia ela pegou uma infecção, faleceu e eu chorei demais.
Mas superei. Após algumas semanas fomos conhecer um criador, ele trouxe 2 maltesinhas muito lindas, comprei a que era um pouquinho maior. Foi amor a primeira vista! Ela me encantou demais e até hoje eu a amo muito e sempre vou amar a minha Pétala!
Ela já está com 2 anos e 2 meses e continua muito doidinha e linda, e claro, superrrrrr minha companheira!!!"
sexta-feira, 8 de março de 2013
Bigode molhado (lambe lambe)
Já são 7 meses convivendo com a nossa princesinha... percebemos que a nossa casa não é mais a mesma. Encontramos brinquedos espalhados por toda a parte, a porta do banheiro fica aberta direto (o banheiro dela fica lá), os pés das cadeiras, rack, puxador do armário e até o rodapé de madeira já tem as marquinhas do dente da moça.
Outro detalhe no chão era a marca do bigode molhado! Sim, usávamos o potinho de água comum mesmo e depois de beber, saía correndo pela casa, espalhando água pelo chão.
Fomos atrás então de um bebedouro de bilha, vulgo lambe lambe! Pesquisamos preços e marcas na internet, os mais baratos são aqueles que se fixa na grade do portãozinho ou na parede (fura) e você pode usar qualquer garrafinha de água (500ml).
Mas em casa não tem o portãozinho e não queríamos furar a parede. Fomos pessoalmente na Cobasi e achamos o bebedouro, bem mais em conta que nos sites. Nos sites que pesquisamos eram grandes, por isso outro valor.
O desafio foi ensinar a Sandy a lamber!! A cena foi engraçada tanto pra ela como pra mim. Ela latia, lambia e voltava a latir e eu queria dizer que era só encostar devagarzinho que a água saía. Mas ela entendeu logo como funcionava e pelo visto gostou!!! E também diminui as marquinhas do bigode molhado pela casa!
Outro detalhe no chão era a marca do bigode molhado! Sim, usávamos o potinho de água comum mesmo e depois de beber, saía correndo pela casa, espalhando água pelo chão.
Fomos atrás então de um bebedouro de bilha, vulgo lambe lambe! Pesquisamos preços e marcas na internet, os mais baratos são aqueles que se fixa na grade do portãozinho ou na parede (fura) e você pode usar qualquer garrafinha de água (500ml).
Mas em casa não tem o portãozinho e não queríamos furar a parede. Fomos pessoalmente na Cobasi e achamos o bebedouro, bem mais em conta que nos sites. Nos sites que pesquisamos eram grandes, por isso outro valor.
O desafio foi ensinar a Sandy a lamber!! A cena foi engraçada tanto pra ela como pra mim. Ela latia, lambia e voltava a latir e eu queria dizer que era só encostar devagarzinho que a água saía. Mas ela entendeu logo como funcionava e pelo visto gostou!!! E também diminui as marquinhas do bigode molhado pela casa!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Freddy
Animado, sempre agitado,
andando pela casa
escuto seus passos.
Corre pra cá
corre pra lá
pega sua bolinha
e começa a brincar.
Confiável e amável
estará sempre ao seu lado,
gordo mas porém peludo
está sempre esfomeado.
Chega visita começa a latir
mas quando o
acaricia fica feliz.
Sempre que saio,
quer ir junto
mas quando volto
fica seguro.
Por Isabella Soares
segunda-feira, 4 de março de 2013
Cuidados na praia
Fim de ano, verão e todo mundo quer ir à praia! Com a gente não foi diferente... procuramos uma pousada que aceitasse cãozinhos e perto de São Paulo.
Encontramos em Peruíbe-SP!!! Oba!! Mas quais cuidados deveríamos ter?? Conversei com a nossa veterinária que nos orientou a passar um anti-pulgas que combatesse picadas de mosquito. Em lugares quentes como o litoral, é comum uma doença chamada dirofilariose causada por parasitas que atacam o coração. Compramos um da Bayer e temos o hábito de usá-lo mensalmente, para proteger também nos passeios na rua ou no parque.
Viajamos pela manhã para não pegar o sol muito forte, afinal poderíamos pegar trânsito. A Sandy ficou dentro do nosso quarto, levamos sua caminha e o banheirinho pipi dollys, super prático. Oferecemos frutinhas como melancia, melão e água de coco mais a ração dela.
Na praia, ficamos no calçadão dentro do quiosque para evitar o sol forte e a exposição na areia. Ok, andamos na areia! Só um pouquinho mas foi a foto que revela grande alegria da mocinha!
Encontramos em Peruíbe-SP!!! Oba!! Mas quais cuidados deveríamos ter?? Conversei com a nossa veterinária que nos orientou a passar um anti-pulgas que combatesse picadas de mosquito. Em lugares quentes como o litoral, é comum uma doença chamada dirofilariose causada por parasitas que atacam o coração. Compramos um da Bayer e temos o hábito de usá-lo mensalmente, para proteger também nos passeios na rua ou no parque.
Viajamos pela manhã para não pegar o sol muito forte, afinal poderíamos pegar trânsito. A Sandy ficou dentro do nosso quarto, levamos sua caminha e o banheirinho pipi dollys, super prático. Oferecemos frutinhas como melancia, melão e água de coco mais a ração dela.
Na praia, ficamos no calçadão dentro do quiosque para evitar o sol forte e a exposição na areia. Ok, andamos na areia! Só um pouquinho mas foi a foto que revela grande alegria da mocinha!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Os gatinhos da Gabi
Por Gabriella Consoni
"Meus pais foram conhecer uma gráfica e lá tinha 2 gatos e acharam super legal a ideia de ter bichinhos na empresa. Falaram então com o patrão deles (meu vô), ele queria também mascotes na empresa e uma amiga nossa disse que tinha uma gatinha que seria mãe de 4 filhotes.
Esperamos alguns meses até a chegada dos bichanos! Um dia antes fomos comprar as coisas: cama para 2, 3 pratos, ração, caixa de areia , areia e vários brinquedos. No dia seguinte fomos na casa da nossa amiga e escolhemos 2 machos, os nomes que eu e meu vô pensamos foi Tom e Mingau.
Demos os nomes e os levamos, mas eles tinham muita pulga! Passamos o remédio de pulga neles, logo depois demos o 1º banho para tirar o remédio, demos leite e eles dormiram.
No dia seguinte trouxemos os gatinhos para a gráfica e todos acharam uma graça!! A noite, levamos pra casa e no dia seguinte levamos os bichinhos de novo e os deixamos na gráfica. O combinado era levá- los para casa às sextas para que eles não ficassem sozinhos nos fins de semana.
Nisso eles ficavam os dias da semana com a gente até que o alarme da gráfica começou a tocar toda noite!! Não era eles que estavam acionando, minha avó achou que era e não queria mais os gatinhos lá. Não íamos abandoná-los e agora eles moram em casa e vão fazer 2 anos!"
"Meus pais foram conhecer uma gráfica e lá tinha 2 gatos e acharam super legal a ideia de ter bichinhos na empresa. Falaram então com o patrão deles (meu vô), ele queria também mascotes na empresa e uma amiga nossa disse que tinha uma gatinha que seria mãe de 4 filhotes.
Esperamos alguns meses até a chegada dos bichanos! Um dia antes fomos comprar as coisas: cama para 2, 3 pratos, ração, caixa de areia , areia e vários brinquedos. No dia seguinte fomos na casa da nossa amiga e escolhemos 2 machos, os nomes que eu e meu vô pensamos foi Tom e Mingau.
Demos os nomes e os levamos, mas eles tinham muita pulga! Passamos o remédio de pulga neles, logo depois demos o 1º banho para tirar o remédio, demos leite e eles dormiram.
No dia seguinte trouxemos os gatinhos para a gráfica e todos acharam uma graça!! A noite, levamos pra casa e no dia seguinte levamos os bichinhos de novo e os deixamos na gráfica. O combinado era levá- los para casa às sextas para que eles não ficassem sozinhos nos fins de semana.
Nisso eles ficavam os dias da semana com a gente até que o alarme da gráfica começou a tocar toda noite!! Não era eles que estavam acionando, minha avó achou que era e não queria mais os gatinhos lá. Não íamos abandoná-los e agora eles moram em casa e vão fazer 2 anos!"
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Passando mal no carro
Acho muito bacana poder levar o cachorrinho nos passeios de carro, aquelas carinhas ao vento são muito fofas!
A Sandy começou a enjoar e vomitar no carro durante o passeio.Conversamos com a nossa veterinária, começamos a dar dramin em pequenas quantidades, tiramos a alimentação e água algumas horas antes de sair de casa e não deu certo. Se está com o estômago vazio, vomita, se está cheio, também. De chegar na garagem, ela começava a babar. Na hora de tomar o dramin, ela se recusava e já babava.
O jeito foi se acostumar: levamos uma toalhinha no carro. Algumas vezes ela não passa mal, geralmente na volta do passeio. Quando viajamos, o Thor, o primo lhasa apso, também vai e quando esses dois se encontram, é bagunça na certa, até cansarem. Ela volta tão relaxada que praticamente não enjoa.
Pesquisando sobre o assunto, achei uma matéria interessante com dicas para que o passeio no carro seja mais agradável ao cãozinho: http://www.bitcao.com.br/artigos/capa_protetora_para_banco_de_automovel.php
A Sandy começou a enjoar e vomitar no carro durante o passeio.Conversamos com a nossa veterinária, começamos a dar dramin em pequenas quantidades, tiramos a alimentação e água algumas horas antes de sair de casa e não deu certo. Se está com o estômago vazio, vomita, se está cheio, também. De chegar na garagem, ela começava a babar. Na hora de tomar o dramin, ela se recusava e já babava.
O jeito foi se acostumar: levamos uma toalhinha no carro. Algumas vezes ela não passa mal, geralmente na volta do passeio. Quando viajamos, o Thor, o primo lhasa apso, também vai e quando esses dois se encontram, é bagunça na certa, até cansarem. Ela volta tão relaxada que praticamente não enjoa.
Pesquisando sobre o assunto, achei uma matéria interessante com dicas para que o passeio no carro seja mais agradável ao cãozinho: http://www.bitcao.com.br/artigos/capa_protetora_para_banco_de_automovel.php
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O banheiro
A Sandy já estava acostumava a urinar no jornal, mas dependendo da quantidade, acabava vazando pelo chão. Compramos o tapete higiênico, muito bom, não vaza e absorve rapidamente a urina, se o cãozinho pisar na urina, não molhará as patinhas.
Acabaram minhas férias, agora ela fica sozinha quando vou trabalhar. Um belo dia ao chegar em casa, vi floquinhos brancos pela casa. Sim, eram do tapete que ela havia rasgado.
Como se não bastasse a bagunça, não havia mais floquinhos pela casa! Bom né? Que nada, faltava pedacinhos do tapete, ela comeu. Fiquei de olho nas fezes, aparentemente tudo bem, mas me preocupava com esta situação.
Conversando com uma amiga, a Vivi, me indicou um "banheirinho" para a danadinha, como se fosse uma caixa com grade, perfeito! O xixi não vaza e o cãozinho não rasga o jornal e nem o tapetinho.
Procurei nos grandes pet shops e quando encontrei, o preço era alto. A Vivi também me indicou onde comprar... foi pela internet! Foi a primeira compra no site, e compro sempre que preciso, chega até antes do prazo, sem dor de cabeça e muitas vezes o preço sai mais em conta! Eis o site: http://www.petlove.com.br

Acabaram minhas férias, agora ela fica sozinha quando vou trabalhar. Um belo dia ao chegar em casa, vi floquinhos brancos pela casa. Sim, eram do tapete que ela havia rasgado.
Como se não bastasse a bagunça, não havia mais floquinhos pela casa! Bom né? Que nada, faltava pedacinhos do tapete, ela comeu. Fiquei de olho nas fezes, aparentemente tudo bem, mas me preocupava com esta situação.
Conversando com uma amiga, a Vivi, me indicou um "banheirinho" para a danadinha, como se fosse uma caixa com grade, perfeito! O xixi não vaza e o cãozinho não rasga o jornal e nem o tapetinho.
Procurei nos grandes pet shops e quando encontrei, o preço era alto. A Vivi também me indicou onde comprar... foi pela internet! Foi a primeira compra no site, e compro sempre que preciso, chega até antes do prazo, sem dor de cabeça e muitas vezes o preço sai mais em conta! Eis o site: http://www.petlove.com.br
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Lizzy, a Lhasa Apso
Olá pessoal...
Primeiro quero agradecer a oportunidade de poder dividir com
vocês as experiências de convivência com um Lhasa Apso e aproveitar para
parabenizar a Agatha pela iniciativa.
Vamos ao que interessa, rs. Desde os meus 12 anos , há muitos anos atrás, rsrs... convivo com animalzinho de estimação em casa. Nessa idade eu e meu irmão ganhamos um Cocker dos nossos pais e desde então não
sei o que é viver sem um cãozinho pulando de felicidade ao te ver chegar em
casa.
No ano passado me casei e por saber que meu marido nunca
teve convivência diária com um animalzinho, esperei alguns meses para convencê-lo
a termos um em nossa casa. No dia 15 de Setembro do ano passado compramos a
Lizzy, uma Lhasa Apso lindaaaa.
Porque escolhemos um Lhasa?
A principio chegamos ao canil onde compramos a Lizzy com a
intenção de levar um Pug, essa era a nossa escolha e estávamos certos de que
era essa a raça que levaríamos para casa, já tínhamos até um nome para o nosso
machinho de pug.
Ao chegar no canil um outro casal estava escolhendo qual
filhotinho de lhasa levariam para casa e nós escolhendo qual filhotinho de pug
seria o nosso filho pet, rs...Ficávamos olhando para os pugs e ao mesmo tempo
para os lhasa, pintou a dúvida. Meu marido preferia o pug mas depois de algumas
conversas com o criador no próprio canil optamos por levar o Lhasa, por ser uma
raça que não solta muito pêlo, por ser mais brincalhona e bem disposta, se
adapta muito bem a ambientes pequenos, como nosso apartamento. Enfim, levamos
uma fêmea de lhasa pra casa e colocamos o nome dela de Lizzy. Escolhemos ela
dentre outros 3 filhotes por ser a mais quetinha, era a única que nos olhava
com carinha de “me leva”, rsrs. Foi amor a primeira vista e dia 15 de fevereiro
fez 5 meses que a Lizzy se tornou membro da nossa família, dia 23 de fevereiro
ela completa 7 meses.
Nos próximos posts vou contar pra vocês sobre a castração.
Porque optamos castrar a Lizzy, quais cuidados devem ser tomados e como é o pré
e pós cirurgia de um cãozinho.
Até a próxima
Adriana Carvalho.
]quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
De olho no xixi- cristais
Ensinamos a Sandy a urinar no tapete higiênico, na verdade ela já estava acostumada a fazer isso no jornal. Dependendo da quantidade, o jornal não aguenta e acaba vazando pelo chão, com o tapete higiênico, isso não ocorre e também não molha as patinhas, caso o cãozinho pise no xixi.
Toda vez que ela urinava no tapetinho, eu fazia um carinho, um elogio e ela ficava orgulhosa! Vi que algumas vezes ela ia no tapetinho, agachava e saía pouco xixi ou quase nada. Imaginei que ela queria ganhar mais a minha atenção...
No dia do banho, fomos na clínica e ouvi uma conversa de uma dona de uma piquenês que sofria com infecções urinárias, que muitas vezes a cachorrinha tentava urinar e não saía nada. Na hora comentei com a veterinária, que nos pediu um exame de urina e no mesmo dia já recolhemos e enviamos ao laboratório.
Quando saiu o resultado, constava uma infecção e cristais na urina. Medicamos, fizemos novamente o exame: a infecção saiu mas os cristais continuavam, eram visíveis no jornal, como se tivesse jogado gliter, parecia uma areia que brilhava.
Repetimos os exames, trocamos a ração pela vet life ossalati e mudaram os cristais. Trocamos novamente a ração, desta vez pela royal canin urinary e vamos refazer o exame de urina, mas aparentemente houve uma melhora, pelo menos não temos mais visto os cristais no jornal.
Toda vez que ela urinava no tapetinho, eu fazia um carinho, um elogio e ela ficava orgulhosa! Vi que algumas vezes ela ia no tapetinho, agachava e saía pouco xixi ou quase nada. Imaginei que ela queria ganhar mais a minha atenção...
No dia do banho, fomos na clínica e ouvi uma conversa de uma dona de uma piquenês que sofria com infecções urinárias, que muitas vezes a cachorrinha tentava urinar e não saía nada. Na hora comentei com a veterinária, que nos pediu um exame de urina e no mesmo dia já recolhemos e enviamos ao laboratório.
Quando saiu o resultado, constava uma infecção e cristais na urina. Medicamos, fizemos novamente o exame: a infecção saiu mas os cristais continuavam, eram visíveis no jornal, como se tivesse jogado gliter, parecia uma areia que brilhava.
Repetimos os exames, trocamos a ração pela vet life ossalati e mudaram os cristais. Trocamos novamente a ração, desta vez pela royal canin urinary e vamos refazer o exame de urina, mas aparentemente houve uma melhora, pelo menos não temos mais visto os cristais no jornal.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O salsichinha da Gabi
Por Gabriella Consoni
Quando tinha 4 anos, enchia o saco da minha mãe a ter um bichinho de estimação. Quando a convenci, ela disse que era para eu esperar um pouco. Na páscoa fomos a casa da minha avó e como era páscoa, minha mãe me disse que era para ser um coelho mas foi um cachorro mesmo.
Chegamos lá, meu tio estava brincando com aquela coisinha minúscula... quando ele me viu, veio correndo em minha direção. Como se já me conhecesse, peguei ele no colo e começamos a discutir o nome dele. Pensei em Bisteca , Cliford e Mack. Mack foi a melhor opção.
Fomos para um pet shop para comprar as coisinhas dele, como cama, etc. Compramos uma cama bem legal, ração, pratos e um ossinho para ele roer. Colocamos ele na caminha mas ele queria alguma coisa, oferecemos ração e água mas ele não quis. Então tentamos uma gotinha de leite, ele bebeu igual um louco e dormiu como um anjo.
Hoje ele é um salsichão, eu o amo. A caminha??? Ele comeu ela inteira e tivemos que comprar outra, aconteceu o mesmo com o osso e com o prato dele! Mack é bagunceiro mais eu o amo!
Isy – a cã
Por Paula Ramos
Há seis anos, em um belo e
ensolarado domingo de carnaval, fui com meu filho ao Cobasi. Acompanhei uma amiga certa vez e fiquei
interessada no setor de jardinagem, apesar do forte da loja ser os produtos
para animais de estimação. Como moro
muito próximo de uma loja, resolvi fazer um passeio e comprar umas plantas, meu
filho me acompanhou.
Chegando, percebemos que
havia uma feira de doação de animais, puxava meu filho para o lado direito da
loja, o setor de plantas, e ele me puxava para o lado direito da loja, doação
de animais. Tá bom, tá bom, estamos passeando mesmo, vamos aos animais.
Fomos informados que era uma
prática semanal, doavam gatos e cães, todos cuidados e prontos para encontrar
uma família. Eram tão lindos, começou aquela vontade de levar todos para casa.
Resista, resista, resista.
Foi quando demos de cara com
ela, branquinha, magrinha, orelhuda, sentada e comendo um punhadinho de ração
que colocou ao seu lado fora do pratinho, quietinha na sua gaiola. Como demoramos certo tempo olhando para ela,
a atendente rapidamente pegou a bichinha e colocou no colo do meu filho.
Disfarcei, olhei para um
lado, para o outro e quando não havia mais para onde olhar, encontrei meu filho
e ela olhando para mim com cara de porquinho enroscado na cerca. Que cara é
essa! Explico. É a cara de...me salve, tenho compaixão, socorro eu querooo.
Pronto! Estava rendida. A cã
acabará de ganhar um lar.
Mas Confesso. Hoje ela é minha grande companheira, minha sombra,
minha paixão. Meu filho, o com cara de porquinho enroscado na cerca, cresceu muito
nestes últimos 6 anos, há um ano foi morar sozinho e entre a arrumação para a mudança,
começou a fazer as malas da cã, protesto imediato.
Não. A cã fica, ela vai estranhar,
vai sofrer, vai ficar perdida na história -observe o detalhe - ela, a cã é que
ficará perdida na história.
Somos inseparáveis e a
família ganhou mais dois amigos. Meu filho voltou ao Cobasi e hoje mora com a
Fani, meu outro filho, sim tenho uma coleção de 3 filhos, adotou o Miguel no centro de zoonose.
Hora do banho
Passada as vacinas, era hora do banho no pet. Em casa, usávamos (e ainda usamos) lenços umedecidos. Hoje confesso que quase não usamos, mas às vezes que saímos com ela na rua, as patas voltam bem sujas e precisamos limpar, afinal ela anda por toda a casa!
Marcamos o banho na mesma clínica, a orientação foi que o banho acontecesse durante a semana, para que a tosadora tivesse mais tempo para respeitar o ritmo do filhote. Parece bobo né? Mas foi a melhor coisa que fizemos: a pequena vai com alegria ao pet, dá até beijinhos na Carla, a tosadora!
DICA: o lhasa apso depende dos cuidados de um profissional por toda a vida e a hora do banho não pode ser vista como algo desagradável ao bichinho. Se possível, tenha este cuidado, converse com o seu veterinário, com o tosador e respeite este primeiro banho fora de casa. Depois este momento se tornará algo prazeroso e não haverá medo e nem tremedeira.
Marcamos o banho na mesma clínica, a orientação foi que o banho acontecesse durante a semana, para que a tosadora tivesse mais tempo para respeitar o ritmo do filhote. Parece bobo né? Mas foi a melhor coisa que fizemos: a pequena vai com alegria ao pet, dá até beijinhos na Carla, a tosadora!
DICA: o lhasa apso depende dos cuidados de um profissional por toda a vida e a hora do banho não pode ser vista como algo desagradável ao bichinho. Se possível, tenha este cuidado, converse com o seu veterinário, com o tosador e respeite este primeiro banho fora de casa. Depois este momento se tornará algo prazeroso e não haverá medo e nem tremedeira.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Lucky e Meg
O Lucky foi o primeiro Shi Tzu que eu conheci de pertinho. Lembro de uma visita que fiz a ele, quando ele tinha sido castrado. Achei tão lindinho ele deitadinho, não resisti e passei a mão nos pelos dele. Ele se afastou e sacudiu a cabeça, como se quisesse deixar o topete "bagunçadinho". Fui atrás dele de novo mexer no topete e ele me mordeu, não me machucou mas deu a lição!!! Risos!!
Roberta é uma amiga minha de infância, também apaixonada por cães dona do Lucky e da Meg:
"Essa peludinha com carinha de sono e a Meg tem 6 aninhos e é o xodó da casa. O Lucky é o mais velho, tem 10 aninhos, ganhei ele quando fiz 18 anos, é o meu filhinho de 4 patas Rsrs."
Roberta é uma amiga minha de infância, também apaixonada por cães dona do Lucky e da Meg:
"Essa peludinha com carinha de sono e a Meg tem 6 aninhos e é o xodó da casa. O Lucky é o mais velho, tem 10 aninhos, ganhei ele quando fiz 18 anos, é o meu filhinho de 4 patas Rsrs."
Vídeos da Sandy
Separamos aqui os vídeos da Sandy:
Sandy brincando com o Thor:
Sandy comendo melancia:
Assistindo ao Animal Planet, prestando atenção aos sons dos filhotes (coisas do instinto materno):
Perdeu o medo do brinquedo novo:
A primeira visita ao veterinário
A Sandy chegou na nossa casa durante as minhas férias, assim pude observá-la melhor e ensiná-la onde fazer suas necessidades.
Na primeira semana, notei que coçava muito as orelhas. A dona da loja tinha nos indicado um veterinário, mas levei em outro mais perto de casa, que dava para ir a pé.
Chegando lá, quem nos atendeu foi o Dr. Ricardo, muito atencioso, afinal tínhamos um filhote e muitas perguntas a fazer. Examinou as orelhas e constatou que haviam fungos e logo iniciamos um tratamento com as devidas orientações.
Das 3 doses de V8, faltava apenas 1. Dez dias depois da primeira visita, voltamos na clínica para vacinar. Não chorou na hora, em casa só ficou deitadinha o dia todo e a noite resolvi brincar, e então ela deu um gritinho, parecia incomodada com alguma coisa.
Ligamos para o doutor e não esqueço essas palavras "filhotinho é que nem nenê quando toma vacina, pode ter alguma reação, dê algumas gotinhas de dipirona...."
Fomos na farmácia comprar a tal dipirona em gotinhas e logo a pequena ficou bem.!
Na primeira semana, notei que coçava muito as orelhas. A dona da loja tinha nos indicado um veterinário, mas levei em outro mais perto de casa, que dava para ir a pé.
Chegando lá, quem nos atendeu foi o Dr. Ricardo, muito atencioso, afinal tínhamos um filhote e muitas perguntas a fazer. Examinou as orelhas e constatou que haviam fungos e logo iniciamos um tratamento com as devidas orientações.
Das 3 doses de V8, faltava apenas 1. Dez dias depois da primeira visita, voltamos na clínica para vacinar. Não chorou na hora, em casa só ficou deitadinha o dia todo e a noite resolvi brincar, e então ela deu um gritinho, parecia incomodada com alguma coisa.
Ligamos para o doutor e não esqueço essas palavras "filhotinho é que nem nenê quando toma vacina, pode ter alguma reação, dê algumas gotinhas de dipirona...."
Fomos na farmácia comprar a tal dipirona em gotinhas e logo a pequena ficou bem.!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
A primeira noite no novo lar
No domingo passamos na loja, pegamos no colo e não levamos. Na segunda, voltamos para buscar, pegamos no colo novamente e ela ficou bem quietinha, como se já nos conhecesse.
No carro, no meio do caminho, ela soltou um chorinho breve e conquistou de vez nossos corações: era uma vidinha que havia se separado de outros cães. Logo pensei "xiii, vai chorar durante a noite..."
Em casa, peguei um edredon de solteiro, improvisei um potinho e dei um bichinho de pelúcia meu. Oferecemos ração e logo foi se fartar!! Brincou conosco e logo dormiu, deixamos dormir no quarto até sentir-se mais a vontade na nova casa, dormiu a noite toda sem chorar.
DICA: deixe o cãozinho dormir perto de você nas primeiras noites e aos poucos, distancie a cama dele até o lugar que deseja que ele durma.
No carro, no meio do caminho, ela soltou um chorinho breve e conquistou de vez nossos corações: era uma vidinha que havia se separado de outros cães. Logo pensei "xiii, vai chorar durante a noite..."
DICA: deixe o cãozinho dormir perto de você nas primeiras noites e aos poucos, distancie a cama dele até o lugar que deseja que ele durma.
Escolhemos Lhasa Apso!
Depois de convencer meu esposo de termos um filhote, próximo passo foi decidir a raça, já que nosso espaço era pequeno. Pug, Boston Terrier logo vieram na minha mente, mas pensei no pelos curtos que soltam com facilidade. Pesquisamos os pequenos de pelos longos, que soltam menos pelo e Shi Tzu foi a primeira opção.
Não ficamos procurando em canis, não nos importava se tinha ou não pedigree, queríamos um cãozinho pequeno para companhia, brincar e que pudesse ficar sozinho, quando necessário. Vimos valores pela internet e na primeira loja que entramos, compramos o filhote.
Segundo a dona da loja, não havia muitas diferenças entre as raças, só no valor. Nos encantamos por uma fêmea Lhasa Apso, que tinha uma carinha "cuida de mim". E assim nossas vidas mudaram e não só as nossas, de toda a família!
Passamos a noite pensando em um nome pequeno e delicado: Sandy, quase 3 meses e 2,5 kg.
Não ficamos procurando em canis, não nos importava se tinha ou não pedigree, queríamos um cãozinho pequeno para companhia, brincar e que pudesse ficar sozinho, quando necessário. Vimos valores pela internet e na primeira loja que entramos, compramos o filhote.
Segundo a dona da loja, não havia muitas diferenças entre as raças, só no valor. Nos encantamos por uma fêmea Lhasa Apso, que tinha uma carinha "cuida de mim". E assim nossas vidas mudaram e não só as nossas, de toda a família!
Passamos a noite pensando em um nome pequeno e delicado: Sandy, quase 3 meses e 2,5 kg.
Só quem entende...
Sempre fui apaixonada por cães! Desde pequenina, gostava de brincar e de fazer carinho nos cachorros, minhas tias e minha avó sempre tiveram cães e foi com elas que nasceu a paixão.
Hoje, casada, resolvemos comprar um filhote e achei que já sabia tudo sobre os peludinhos. Pois bem, estou aprendendo ainda e confesso que a internet tem me ajudado a encontrar soluções.
Pensei então em compartilhar esta vivência, uma forma de retribuir o que tenho aprendido e a oportunidade de aprender ainda mais!
Que a paz de Deus esteja sobre sua vida!!
Hoje, casada, resolvemos comprar um filhote e achei que já sabia tudo sobre os peludinhos. Pois bem, estou aprendendo ainda e confesso que a internet tem me ajudado a encontrar soluções.
Pensei então em compartilhar esta vivência, uma forma de retribuir o que tenho aprendido e a oportunidade de aprender ainda mais!
Que a paz de Deus esteja sobre sua vida!!
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